Da visão de negócio à atuação estratégica: quais habilidades têm alavancado a geração direta de valor para as organizações?

Em tempos de incerteza e agilidade, esperar as mudanças acontecerem para se movimentar não é uma opção. Alguns já afirmam que estamos vivendo o início da quinta revolução industrial, outros dizem que ela ainda está por vir. Em qualquer um dos casos, os desafios são reais e concretos: a tecnologia de ponta demanda processos de pensamento cada vez mais avançados e o elemento humano está no centro das estratégias que visam culturas mais analíticas, ágeis, digitais e orientadas à inovação. Ou seja, essa revolução está provocando a busca por novos patamares de infraestrutura, mas também de inteligência humana. Uma inteligência alcançada por habilidades críticas e comportamentos mais intencionais e orientados à geração de valor direto para o negócio. Nesse sentido, as soluções tecnológicas passam a ser vistas não como substitutas da força de trabalho, mas como novos elementos que precisam coexistir, lado a lado com as pessoas, para atingirem os objetivos para os quais foram criadas.

Segundo o Fórum Econômico Mundial, as habilidades mais importantes nos próximos anos giram em torno de pensamento crítico e analítico, resolução de problemas complexos, criatividade e inovação. Com isso fica mais evidente que o desempenho de funções desconectadas de propósitos estratégicos e das necessidades do ambiente está com os dias contados. Todos os níveis hierárquicos estão sendo demandados de uma visão de negócio mais aguçada e uma aplicação prática desse conhecimento para alavancar resultados empresariais e, claro, carreiras.

Um bom ponto de partida é Clareza Estratégica, ou seja, compreender visões de futuro, identificar desafios e caminhos (aquisição de conhecimentos, habilidades e recursos, novos projetos, etc.) que estão sendo ou precisam ser desenhados nesse sentido. Essa perspicácia é base para qualquer ação que tenha a intenção de gerar valor para a organização, de forma individual ou coletiva. Com isso em mente, a tomada de decisão diária passa a considerar essas informações como balizadoras para escolhas. A partir disso, a alocação produtiva de tempo e energia mental parece ser cada vez mais crítica para que as pessoas assegurem ações estratégicas planejando e priorizando aquelas que, de fato, mais impulsionam o negócio em direção às suas metas. Por fim, habilidades que apoiam uma atuação inovadora e continuamente centrada no cliente e nas necessidades do mundo têm sido altamente demandadas pelo meio corporativo e complementam um skillset que é útil para todo profissional, não importando a natureza do seu trabalho ou função.

As centenas de conversas que conduzimos com o mercado apenas evidenciam e reforçam: essas habilidades estão presentes em uma curva de aprendizagem corporativa massiva. Analisar situações e informações criticamente, tomar decisões que fazem sentido no contexto da organização, solucionar problemas de forma eficiente e criativa e inovar com foco nas necessidades do cliente tornaram-se atitudes essenciais, independente de papel e posição. Porém, devemos destacar a importância das lideranças compartilharem dessa visão para que, além de serem exemplos, mantenham a estratégia em pauta, atualizando constantemente o seu time e o apoiando a perceber como esses comportamentos tornam a prática do dia a dia relevante.

Na LEADedu, agrupamos essas habilidades em uma categoria chamada Work Savvy e elas englobam temas como Visão de Negócio, Tomada de Decisão, Produtividade, Reuniões Eficazes, Agilidade, Customer Centricity e Inovação. É com essas soluções que apoiamos as pessoas a ampliarem a sua própria capacidade de gerar valor para a empresa, contribuindo estrategicamente e intencionalmente para o atingimento das estratégias que estão em pauta.

Gostaria de saber mais sobre como fazemos isso na prática? Entre em contato.

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